Quando verificamos no Youtube, percebemos que estamos perante um grupo extremamente popular e com um nível de qualidade bastante aceitável, quando verificamos a idade dos seus membros. Agora, quando o vocalista sai por problemas relacionados com abuso de substâncias, a questão que se coloca é: e a Banda?
Austin Winkler não é apenas o vocalista nem o fundador (junto com Cody Harson e Joe Garvey), já que participa na composição e escrita da maioria das musicas. E quando por si só atrai parte das atenções num grupo sem grandes figuras de proa, fica tremendamente difícil continuar sem uma das sua principais figuras.
Para tornar a situação mais complicada, a saída amistosa acontece logo após a gravação do Álbum "Welcome to the Freak Show" o que quer dizer que é em plena tournée que os fans vão ver e sentir a saída de Winkler. Jared Weeks dos "Saving Abel" completa as datas agendadas com muitas criticas à mistura de que a banda já não é a mesma.
A velha questão de substituir um vocalista numa banda que ainda está a singrar, não esperando pela reintegração remonta-nos a grupos como Marillion. Independentemente do que for feito no futuro a questão de o grupo poder não se reencontrar com a sua musica e publico, é questionável principalmente quando tudo corria bem e embora não se tratasse de uma banda excepcional ao vivo conseguia de facto sobretudo ao nível video-gráfico e virtual atrair um numero alto de apreciadores.
O facto de o Facebook da Banda não dar sinal desde o fim do ano e o facto de aparentemente Winkler não estar a trabalhar a solo, permite esperança de que os Hinder sejam como os The Darkness e pelo menos um ou outro ano depois consigam reunir e continuem o seu caminho. O problema tem a ver com o negócio da musica que é dinâmico e nem sempre espera pelos grupos. Na Europa então é uma desgraça.