Sunday, October 11, 2015

And the best in Rock in Rio.... Hollywood Vampires




For me, best in RiR. Very good was this band of two old school rockers, one Hollywood star, two ex Guns and Roses and one full hand of friends.


Lizzy Hale, what a voice !!!! Great this moment. And Page, if Plant don't want, maybe this


Andreas Kisser was a nice guest. One of the best guitar players in heavy music with a very interesting participation. Well Done.




Alice Cooper, Perry, Duff and Matt are in a great moment. Deep and Tommy are two good suprises of the night. To bad was only one hour.


Raise the Deed ins the only original song by the band. A nice song by what may be more than a group of friends who play together.



Another great moment was the performance of  "Seven and Seven". 


"Five to One" and Break on Trough" was one of the moments of the performance.   


All the Show. Stay good. Live in Peace. F.. the system. Politicians suks. 90% of Potuguese don't care of the country. And God live Rock!!!


Two of the Music was from Alice old times. Bruce Witkin was very good in the guitar and also in the Keyboards.



One of the best songs in the show. Train kept a rollin from Aerosmith with Alice and Joe in a great performance.


Cold Turkey - Rock in Rio 2005



"My Generation" from The Who was cool. Another guest was Jack Starkey, from The Who and Ringo Star son.


The last and one of the great. "Brown Sugar" from The Stones was very good. Hey Keith is good enought for you?



Monday, August 31, 2015

California Breed. The great band that dies after birth



One of the best albuns of 2014. Gleen Hughes (The voice of Rock), Jason Bonham (the soon of Bonham) and a very nice guitar player name Andrew Watt, make a rude rock and was probably one of the great promises from last year.


In six moths all blew up. Jason left the band after 2 concerts. The problem was money, because someone (probably Gleen Hughes), compromise to make a tour only with payment at the end. So, Bonham give up and had gone play with Phil Colins and after with Sammy Hagar.
The band made some shows with drummer Joey Castilho (an ex - Queen of the Stone Age), but after some moths, Hughes give the new: " it doesn't make sense to do it without jason". And there's was the end.


Two great shows. At the Wisky GoGo in L.A. and in New York. We see that was a very good band but ... 


I hope that some of the live performance will be on a DVD, it will be a breed to the rock and roll. 


Joey was good but maybe was a "magic" problem or other thing. Jason is with "The Circle", Gleen is on their own and Watts had promise to "continue to rock". It's a rest, so maybe some day... 





Friday, July 17, 2015

The best Guns and Roses live?

Probably yes, but i leave you this judgment. It was 1988 at the Ritz, original line up and a live transmition by MTV (were the f... is this album edit in CD, DVD or Blue Ray, with better sound an image ???). Guns at is best.

Saturday, June 27, 2015

Let´s Listen Megadeth




Yap, the inner Band of Dave Mustain. Currently they are recording the 15th album with a new line up, were Mustain and Ellefson are the only founding members.


It's a bit tricky to trace the group history. Many change members and conflicts make difficult establish a timeline. Better to see on the links down. 


True is that Megadeth is a 50 Millions records worldwide, received eleven grammy nominations since 1983 and only with interruption of  years (2002-2004).


Vic Rattlehead is the mascot  since the Peace Sells album in 1986 and was created by american artist Ed Repka.  






Saturday, April 11, 2015

Warrant. O que podia ser e nunca foi.


Os Warrant tinham tudo no final dos anos 80 princípios dos anos 90, para ser uma das grandes bandas de Hard Rock pelo menos Norte-Americanas. Sucesso, bons executantes, uma legião de fans, excelente som ao vivo, entre outras. Foi mais um caso em que a "montanha pariu um rato".


"Cherry Pie" é um sucesso de uma banda divertida e apesar de denotada com o cena Glam "made in USA". O video é um espectáculo de som, luz e cor, transmite uma alegria que poderia ser contagiante até num daqueles dias maus.  A musica bem tocada e de uma execução quanto baste para não ser um mito técnico mas pelo menos fornecer o suficiente para uns 3 minutos bem passados.

Já "Uncle Tom's Cabin apresenta um som cru, totalmente rock, letra séria e sobretudo uma execução técnica primorosa. Catapulta a banda para ser real e mais afastada da imagem e características "glam", claramente jogadas no passo seguinte. Dificilmente nesta altura alguém pensaria que este grupo não teria seguimento no sucesso. 


Não há cor em "Machine gun". Domina o negro deste o video ao cabedal. Já não existe Rock Glam e adequa-se perfeitamente a 1992. Tudo em cima, deveria ser garantia de sucesso, até porque às musicas "mexidas" seguem-se outras bem mais calmas de grande qualidade e que ainda por cima tem a versão Unpluged MTV de acustica. Que mais se pode pedir a uma banda? 


A estabilidade é uma das variaveis e os Warrant como outras bandas da época começa a ter problemas quando existem saídas e entradas. Para problematizar mais a situação surge o Grunge. Dependências e conssumos junto com "guerras internas" de direitos de autor e criatividade ainda pioram a situação. E quando o público não ajuda, pior. 


As editoras procuram o sucesso e "viram-se" noutra direcção. E bandas sem editora é um problema complicado de resolver, ainda por cima quando existem poucas "independentes" capazes de suportar minimamente um grupo e toda a sua estrutura. Não existe net e o binómio Album/Turné em tudo o que implica é dispendioso. Muita gente "encosta à box".


Warrant não é das piores. Ainda lança álbuns em 1996 e 1997. Depois só em 2001 e trata-se de um álbum de covers. Em 2004 sem Lane que acaba por voltar em 2007. Sol de pouca dura já que volta a partir em 2008 para nunca mais voltar já que iria falecer em 2011. O seu substituto é  Robert Manson (ex Linch Mod). O album Rockaholic já é com ele.


Lane era parte da banda. Os Warrant não eram apenas a sua pessoa mais sem este ficam diferentes e algo mais pobres tipo Skidrow sem Sebastian. Falta a criatividade musical e lírica de outros tempos num grupo que a muita gente dá sensação de terem passado ao lado de um grande carreira. É certo que a contenda ainda não acabou, mas dificilmente o tempo volta para trás e as condições são o que foram no passado.








Sunday, April 5, 2015

Bango Tango

Nunca fui propriamente um fã da banda mas esta musica está soberba.


Peace and Rock On!

Friday, April 3, 2015

The Panic Channel




Foi provavelmente a melhor banda que saiu da pausa dos Jane's Addiction. Mas infelizmente durou só um Album e uma Turné. Em 2007 colocou-se em "modo de pausa".


Mal recebido pela critica (o que prova que a mesma não percebe nada de música), e não correspondido pelo público, o álbum ONE, continua a ser um dos melhores que se pode ouvir até hoje do chamado Rock Alternativo.   


Com a volta dos Jane's Addiction e sobretudo com a boa musica que a banda continua a praticar, é pouco provável que se assista a uma reunião do grupo. Porem os instantes pedidos de uma serie de saudosos fans e  algum interesse do guitarrista Dave Navarro, tem pelo menos levado ao aparecimento de algumas musicas não lançadas e ao permanente sonho de ver o grupo de novo reunido.


Apesar de Steve Isaacs ser um excelente musico (anteriormente já tinha estado na banda Skycicle) e actor, a sua vertente profissional tem estado virado para o marketing e a publicidade como web designer. com bastante sucesso (com 2 Webby Awards). Em 2013 lançou o site Sweet Ride USA, premiado em 2014 com uma reportagem de 8 páginas na revista Bicylcling Magazine.


Alem disso o álbum apenas vendeu 10 000 exemplares nos EUA e viu a musica Why Cry ascender ao top 40 dos singles americanos. Mesmo os próprios Skycycle não se deverão voltar a reunir após o suicídio do baterista Rob Brown e os Jane's Addiction apesar de Perry Farrell ter dito que o grupo estava em pausa, este voltou a tocar de Maio a Agosto de 2014, o álbum de estreia numa serie de concertos.  

    
Assim, e mesmo com o vocalista e os restantes membros da banda a viverem actualmente em L.A. é pouco provável (embora não esteja completamente descartado) uma reunião e um novo álbum. Mas enquanto à vida à esperança.









Fui.

Friday, January 2, 2015

KissWARlogie - A guerra da treta de membros, ex membros e fans.

Poucos são os que não conhecem os Kiss. Mas a maioria da imprensa, fans e seguidores não percebe nem sequer se dá ao trabalho de defirir o que é "conversa da treta", comentários para vender e chamar a atenção para a música, do que na realidade se passou e passa com a banda. Pena, mas está cá o "je" para quem quiser ler, meter todos na ordem e dizer umas verdades que nem a "Rolling Stone" que tanta trampa diz sobre o grupo, alguma vez escreveu.

A fama do grupo que sensivelmente a meio dos anos 70 catapultou os Kiss para uma das mais bem sucedidas bandas, sobretudo a nível financeiro (e na minha opinião também nível musical embora isso seja discutível para muita gente), fez depressa vítimas, pois no inicio dos anos 80 já Peter Criss (Bateria) e Ace Frehley (Guitarra Solo), tinham saído. Mas quem conhece a historia da banda, acha isto estranho? Então é porque  não conhece.


É impossivel que Gene Simon e Paul Stanley que se conheciam desde os tempos dos Wicked Lester, compositores de calibre e na loucura do Rock and Roll verdadeiros puritanos (Simon nunca se drogou, não bebe e teve como grande vicio o sexo feminino, enquanto Paul é mais dado ás plásticas e à musica com diversos álbuns a solo e turnes), combinassem com Criss e Ace (o primeiro baterista de formação em Jazz e grande admirador de R&B, enquanto que o segundo foi aquele tipo que apareceu na primeira audição com uma sapatilha de cada cor, passou à frente de toda a gente, ligou a guitarra e quase foi expulso). Por muito que houvesse magia quando tocavam, as clivagens e os excessos, junto com o controlo da lucrativa banda, depressa fizeram mossa.

      
Sou fã de qualquer um dos quatro membros originais dos Kiss. Se do lado de Ace e Peter as drogas, álcool e a enorme pressão do sucesso foram os principais catalizadores, para Gene e Paul a necessidade de manter a banda, o sucesso, lucro e o reconhecimento público que tanto lhes tinha custado a atingir, transformaram-se na chama que ateou o já curto pavio. Portanto, todos foram culpados à sua maneira e é ridículo estar a imputar mais ou menos responsabilidades a qualquer um dos lados, quando os quatro membros originais ainda hoje, apesar das desavenças conseguem estar na mesma sala juntos (tentem fazer o mesmo com os Guns ou Van Halen, lol).    


Seja como for, Criss e Ace saíram e continuaram as suas carreiras a solo. Mas como eles levaram os direitos sobre as musicas que tinham composto e as personagens com as quais se apresentavam na capa dos albums, nas actuações e nos lucrativos "merchandising", o grupo ficou com um problema. Os restantes membros ficavam com um dos melhores discos em mãos (ainda com Ace na capa por razões comerciais e publicitárias mas onde a sua participação é inexistente), mas a digressão seria má, com muitas salas de meia audiência sobretudo nos EUA (apesar dos estrondosos exitos dos concertos na América do Sul). A isto muito se deveu a substituição à pressa das duas personagens "The Catman" e "Space Ace" por o "The Fox" e "Ankh Warrior" de Vinnie Vincent e Carr não estarem à altura das anteriores. Musicalmente os KISS soavam nesta altura ao nível dos seus primeiros anos.

  
O caminho que a banda seguiu foi tirar a maquilhagem. Seguiram-se bons álbuns inseridos no espírito"Air Metal" da época, que sobretudo a partir da entrada de Bruce Kulick como guitarrista melhoraram bastante, conseguindo dois singles de grande sucesso ("Forever" e "Crazy Nights" respectivamente em 1989 e 1988), mas com vendas e concertos muito abaixo da altura em que actuavam com as tais míticas 4 personagens, muito responsáveis por parte do sucesso que a banda conseguiu nos anos 70.


Em 1991 e 1992 os KISS estavam no seu auge enquanto banda "sem mascara". "Revenge" apresentava uma banda completamente adaptada ao novo "hard rock" de grupos como os Guns and Roses ou os Skid Row, aproveitando tanto a moda da musica pesada de Metallica como o re-surgimento de bandas miticas como Aerosmith. O Album é poderoso, cru e excelente, dando lugar a uma turné suficientemente lucrativa para dar lugar a KISS ALIVE III. Na bateria está agora Eric Singer, no lugar do malogrado Carr (morte por doença). Mas como Kulick dizia: "Paul e Gene estavam sempre a falar nos tempos antigos. Diziam que nessa altura era tudo em grande".    


Seria no Kiss Unpluged da MTV (sim, nesta altura dava musica, lol) que a antiga banda se voltaria a reunir. A magia ainda existia e logo as movimentações começam para uma "Reunião", sendo a loucura total.  O album que entretanto os KISS de então gravavam praticamente ficou esquecido e o mesmo não teve grande empenho de ninguém, já que Kulik e Singer, apesar de negociarem a "rescisão contratual" e ficaram com direito a participar no Mundo KISS, além da choruda indemnização, sabiam que o seu tempo na banda chegava ao fim.


E é exactamente de negociações que ninguém fala e deveria-se falar. A re-entrada de Criss e Ace implicaram duras negociações entre os 4 indivíduos e o batalhão de advogados. Um dos aspectos que claramente contou foi a condição financeira dos dois ex-membros, sendo que o primeiro não mais tinha tido qualquer sucesso nos álbuns que lançou, enquanto que o segundo apesar de sempre ter produzido musicas e bandas muito boas, via-se a contas com o fisco. Isso beneficiou toda a máquina dos KISS (praticamente uma franchise), mas sobretudo Paul e Gene num acordo que foi bom para toda a gente na altura, dado que os quatro assinaram.


A turné correu bem e justificou um álbum (Psycocircus). A seguir veio nova ronda mundial e Ace assim que foi dado o ultimo concerto saiu da banda. Estava cansado, anos de abusos de drogas e álcool fizeram mossa  e convenceu-se que o grupo não continuaria depois daquela ultima turné. Enganou-se, continuou com Criss, mas sabe-se que os problemas avolumaram-se desde então, com entradas e saidas, com Singer a ser chamado para fazer datas e outros episódios de birras a fazer lembrar os tempos antigos. Criss ainda gravaria KISS ALIVE IV (já com Tommy Thayer na guitarra), mas seria despedido em seguida.


Desde aí muito se tem escrito, principalmente porque Criss e Ace não perdoam que Gene e Paul tenham continuado a banda, com as suas musicas e as suas personagens. E muito fans são da mesma opinião. Outros não. Thayer é muito criticado por não estar ao nível de Ace, Singer por usar a maquilhagem do seu antecessor (aqui não podem pegar musicaalmente pois Singer é muito superior tecnicamente a Criss), mas existem verdades que são inegáveis. Os KISS continuaram matilhados porque ACE e CRISS assinaram em troca de avultadas somas (e quem sabe uma percentagem no franchise KISS), a cedência das musicas e personagens (inclusive ACE chegou a ser processado devido ao uso do seu nome a solo após sair da banda, mas ganhou a causa).


Acharem que após a cedência de musicas e das personagens a banda não iria continuar maquilhada foi ridículo.  É evidente que Paul e Gene pretendiam esses direitos para poderem continuar com o grupo, o qual continua muito mais lucrativo com o "Catman" e o "Space Ace", do que sem pinturas, além de que Tommy e Eric são mais jovens, nada problemáticos e matilhados só o publico com formação musical e mais puritano notam que Ace e Criss lá não estão (o primeiro sobretudo, o segundo musicalmente nem por isso).


O resto é conversa. Quem anda nisto da musica sabe que "Psycocircus" foi um álbum sobretudo de Paul e Gene (também não se compara aos velhos tempos da banda, embora "Into the Void" the Ace seja uma excelente música), que as queixas de Criss e Ace existiram sobre e desde a concepção do álbum à preparação da turné, passando aos períodos anteriores aos espectáculos (embora a um nivel menor que nos anos 70). Não se conhecem abuso de álcool e drogas, mas pela biografia dos ex-membros se calhar existiu. Sabe-se que ouve cedência de direitos e que possivelmente isso foi uma condição para Ace e Criss entrarem novamente na banda em 1996. E não deve de existir arrependimentos, até porque foi um álbum e  duas garndes turnés mundiais, 3 se contarmos com KISS ALIVE IV.


Só lamento o facto de os Kiss de 1992 nunca se terem reunido e voltado a tocar, sendo que o publico que percebe de musica e que sabe todo o carnaval de publicidade, vendas, etc num mundo da musica onde acordos de milhões selam o destino dos grupos e bandas, sempre o quiseram e ainda o querem. Alem disso, uma banda que consegue estar na mesma sala, por muito que seja improvavel, tem mais hipóteses de voltarem a tocar juntos que aqueles que nem aparecem no Rock hall of fame (que tanta tinta fez correr na imprensa, numa altura em que a toda a gente dava jeito a publicidade) . Deveria ter sido assim; duas formações como os Black Sabath e digressões mundiais enquanto fosse possível com cada uma delas. Não foi, é pena, perdem a música, os fans, o rock, mas ganhou o "dinheiro", as editoras, a banda e os advogados. Podia ser pior, os KISS vão tocando, ACE tem o melhor album a solo de sempre (e o que mais vendeu de qualquer um dos membros da banda a solo) e Criss vai fazendo R&B, aparecendo de quando em vez e escrevendo sobre os tempos na Banda. É o que se pode e não o que se quer. É já é melhor que nada.


Cheers